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Cortando gastos na saúde. Onde já se viu?

Em Campo Grande, aqui no Mato Grosso do Sul, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) é acusado de negar, ao ser acionado, a segunda via de atendimento à família de um paciente que morreu por causas naturais. O médico responsável disse estar seguindo ordens da Prefeitura para conter gastos economizando papel. O coordenador do SAMU, Luís Antônio da Costa, admitiu neste sábado que isso realmente está acontecendo.
Há casos em que é preciso conter gastos. Só que não se deve economizar em serviços essenciais, como saúde, educação etc. As prefeituras devem cortar gastos com coisas desnecessárias, como o cafezinho dos funcionários (afinal, todo mundo tem café em casa!).