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Heterogêneas vitórias e derrotas nas Olimpíadas

Por duas semanas o Brasil e uns tantos países oficialmente se uniram no Rio de Janeiro intencionando, por meio de seus representantes em variados esportes, disputar recompensas pelo desempenho atlético expondo ao público de também múltiplas nacionalidades as lições sobre a proporcionalidade ideal entre nossas conquistas originadas em qualquer desafio que ultrapassamos e o quanto nos dedicamos a seu alcance de forma responsável, respeitando nossos semelhantes. Muitos dos que correram atrás das medalhas conseguiram-nas, não só entre no espectro desportivo. Tal larga abrangência de setores da sociedade relativiza as implicações positivas das vitórias aos campeões e aos perdedores nos âmbitos somados.

O primeiro ouro a reluzir nos jogos entre atletas da casa foi da judoca Rafaela Silva, natural da própria Cidade Maravilhosa. Negra e vinda de um exemplo de área cujo tipo exibe atributos responsáveis pela rotineira visão negativa sobre ele – a favela Cidade de Deus –, a atleta deu o correto…

Tripla má cultura

Por que é recém-nascida, a contar da ocasião em que uma adolescente carioca foi tratada por alguns indivíduos como escrava de suas taras e interesse por fama, uma noção explicativa de crônico fenômeno? Veterano no comportamento de boa parte principalmente da massa masculina por influência da mídia que mais ainda reduz seu nível de consciência social já fraco por causa da tênue educação escolar com respeito ao tema, a "cultura do estupro" teve na garota só mais uma vítima após a qual muitas novas são previsíveis. O foco da imprensa nas agressões sexuais coletivas contra a menina em morro da Zona Oeste do Rio se abranda perdendo a oportunidade de ter levantado a curiosidade popular com mesmo vigor sobre as culturas da antiga inobservância de sucessivos governos municipais, estaduais e federais para com cidadãos vulneráveis a estas mazelas e a do julgamento impensado da ocorrência e de similares pela Corte de Fundo de Quintal (muitos espectadores) e até um representante da esfe…

Protesto na Prefeitura

Ontem, moradores da Cidade de Deus, comunidade pobre de Campo Grande, aqui no Mato Grosso do Sul, foram à Prefeitura e fizeram um protesto no qual pediram moradias dignas.
O governo municipal tem que construir casas para estas pessoas humildes, que vivem em condições degradantes. Os barracos ficam perto do lixão da cidade, o que torna o local insalubre. Além disso, as moradias são de madeira, o que facilita a ocorrência de incêndios, como o que aconteceu neste fim de semana. Imaginem então o sufoco que esse pessoal passa nessas épocas de frio.
Essa é uma prova de que Campo Grande não é uma cidade sem favelas, ao contrário do que muitos pensam.