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Solo pouco consistente para tão grande e diversa pressão

O rio Madeira, em um trecho que atravessa Porto Velho, sede administrativa estadual rondoniense, já está se livrando mediante ajuda humana de uma inteira estrutura laboral antrópica que uma de suas margens, não suportando-a, atraiu para o leito, por sorte sem produzir vítimas entre nenhuma espécie de ser vivo. Em via contrária à impressão de tarefa cumprida, os danos que residências na terra firme em volta sofreram são o retrato de que a natureza retribuiu um vasto e crônico leque de desaforos.

A noite daquele sábado, 13 de agosto, começou com estímulos à preocupação popular quanto à chance de vidas humanas terem desembocado no leito urbano do rio após um desbarrancamento de um porto para fluxo de cargas que operava às margens dele em um trecho na rua Belizário Pena, bairro Triângulo. O imaginário comum pôde caminhar até esse ponto tendo base na extensão da área seriamente erodida – suficiente para acolher mais de 10 caminhões, algumas motocicletas, uma caminhonete, materiais de escri…