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Tragédia no parque

Na tarde de ontem, a queda de um eucalipto matou um idoso e feriu outras pessoas no Parque Farroupilha, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A árvore estava com problemas nas raízes. O excesso de chuva dos últimos dias também pode ter contribuindo para o acidente.
Acho que as autoridades não têm nenhuma responsabilidade em relação ao ocorrido. Para mim isso foi uma fatalidade. Problemas no interior das árvores ou em suas raízes (que ficam embaixo da terra) dificilmente são percebidos em vistorias. Se esses problemas esivessem do lado de fora da árvore, eles seriam detectados e as autoridades competentes poderiam ter tomado as providência. Acredito que esse acidente foi uma tragédia  impreviível. Porém, esse caso tem que ser investigado para ver se isso foi mesmo uma fatalidade ou foi conseqhência de algum tipo de negligência.

Problemas em dose dupla

O Parque do Sóter, em Campo Grande, aqui no Mato Grosso do Sul, sofre com dois problemas; a morte de várias árvores que são roídas por capivaras e os transtornos causados por coelhos domésticos que foram soltos no local pelo dono.
Os responsáveis pelo parque deveriam proteger as árvores (colocando grades ou cercas em volta delas, por exemplo) para evitar que as capivaras cheguem até elas. Como estão em uma área verde urbana, esses animais não têm predadores e, por isso, se reproduzem rapidamente, assim como os coelhos. Se tudo continuar como está, os roedores vão acabar com as árvores.
Quanto aos coelhos domésticos, a pessoa que soltou os animais tem que ser localizada e punida, se possível. E esses animais deveriam ser recolhidos pois, devido ao fato de serem uma espécie exótica, eles podem prejudicar a sobrevivência dos seres vivos nativos.
É preciso preservar as áreas verdes localizadas em cidades.