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Águas sul-matogrossenses que não estavam para peixes humanos

Neste primeiro trimestre de 2016 ocorrências envolvendo idênticos litígios espaciais entre a natureza e sua notória prole, os humanos, murcharam cada uma seu impacto na opinião público, provocando reações em vez disso unificadas. As ocasionais cheias fazem parte dos modos como os rios esculpem o viver dos ocupantes das cidades e áreas rurais a suas margens. O tecido das determinações é a cobrança natural para os grupos antrópicos de justuras em seus hábitos e bens ou no regime das águas (quando elas permitem), no que os casos apontariam indisciplina das comunidades ligadas aos cursos d'água e todo o resto do mundo, cujas atitudes podem estar imprimindo marcas nos escoadouros hídricos apesar de esse maior conjunto majoritariamente não usufruir deles. No norte, oeste {1} e sul do estado {2}{3} (de onde a fusão entre leitos de rios e a terra firme se expandiu a lugares no Paraguai {4} vizinhos à sul-matogrossense Bela Vista {5}, ambos que partilhavam o volume excedente do Apa) o bar…

Agora vai!

Depois de quase dois anos da assinatura de repasse de verbas entre a Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, serão iniciadas no próximo mês obras de urbanização do Complexo Silvina/Audi. Além da construção de várias casas, serão realizados serviços como terraplanagem, muros de arrimo, obras de estabilização de áreas de risco, pavimentação, rede de água, de esgoto, de energia elétrica, iluminação pública etc.
Até que enfim essas obras vão acontecer! Durante quase dois longos anos, a população do Silvina/Audi esperou por essas melhorias. Agora sim esse sonho se realizará.